quarta-feira, 22 de maio de 2013


O CORPO FALA, E O FÍGADO É NOSSO TERMOMETRO DO EQUILÍBRIO.

O Corpo Fala: Metafísica do Fígado - Emoções
Quando falamos no fígado, do ponto de vista energético, estamos falando do fígado propriamente, da vesícula biliar, dos olhos, dos ombros, dos joelhos, dos tendões, das unhas, dos seios, e todo o aparelho reprodutor feminino, desde ovários, trompas, útero e vagina. Por esse motivo, na MTC se diz que o fígado é o órgão mais importante para a mulher, assim como o rim é para o homem.
A energia do fígado é responsável por manter o livre fluxo da energia total do corpo. Como o movimento do sangue segue o movimento da energia, dizemos que o fígado direciona a circulação do sangue e regula também o ciclo menstrual. Mas o papel mais importante, sem dúvida é sobre o equilíbrio emocional, é a energia do fígado quem vai nos fazer responder a todos os estímulos emocionais, 24 horas por dia sem parar; daí já se deduz o desgaste intenso ao qual é submetido este sistema, e pouquíssimas atitudes são tomadas para auxiliar o fígado nesta tarefa, pelo contrário a nossa cultura parece fazer tudo para impedir o equilíbrio. Como todas as emoções boas ou más passam pelo fígado, não devemos reprimi-las a todo momento. A repressão das emoções provoca um bloqueio da energia que vai levar à formação de calor no fígado. Este desequilíbrio energético pode se manifestar de várias formas. Dependendo da sua localização, podemos ter uma insônia, uma enxaqueca, uma precordialgia, uma hipertensão, uma gastrite, uma tensão pré menstrual, e por aí vai.
Os adoecimentos podem ser de dois tipos, por falta ou por excesso de energia, ou usando um termo mais técnico, por vazio ou plenitude. Em relação às emoções que lesam mais especificamente o fígado vamos ter, num quadro de plenitude, a raiva, mais exatamente a raiva reprimida e, num quadro de vazio, o pânico, que agora virou síndrome de pânico.Cabe aqui fazermos uma distinção entre sentimento e emoção. Os sentimentos geralmente fortalecem os órgãos e servem como mecanismos de defesa para o nosso organismo. Por exemplo, uma sensação de apreensão é diferente do medo. A primeira nos coloca num estado de alerta diante de uma certa situação, sem nos limitar em nada, nos protegendo dos perigos. O medo por sua vez nos limita e nos paralisa. A mesma coisa em relação a uma certa irritação que nos leva a reagir quando somos atacados ou nos sentimos lesados, que é diferente da raiva que tem um grau mais intenso. O importante é entender que todos os sentimentos atuam bem no organismo, tudo depende da intensidade e por quanto tempo. Da mesma forma que o sal, o orégano e a pimenta são temperos usados na alimentação, os sentimentos são o tempero da nossa existência. A qualidade de nossa vida dependerá da quantidade e da forma com que serão usados.
Como já foi dito, o fígado rege praticamente todo o sistema reprodutor feminino e é responsável por alterações no seu funcionamento que vão desde alterações no ciclo menstrual, os cistos de ovário, miomas uterinos, corrimentos vaginais, prurido vaginal, alterações da libido, como frigidez e impotência. Em algumas doenças só a energia do fígado está em desarmonia, e em outras existe também desequilíbrio de outros órgãos.
O fígado rege as articulações do ombro e joelhos e também os tendões de modo geral. Assim sendo, as bursites e as dores nos joelhos sem causa aparente, são sinais de comprometimento da energia do fígado. As tendinites e os estiramentos frequentes também estão neste grupo.
Os olhos são a manifestação externa do fígado, e suas patologias também vão nos indicar algumas alterações no fígado, as mais comuns são as conjuntivites, os olhos vermelhos sem processo inflamatório, os terçóis, os pontos brilhantes que aparecem no campo visual e outros.
As unhas são outra manifestação externa das condições do fígado, e as suas deformidades ou a presença de micose vão nos sugerir algum comprometimento na estrutura yin do fígado, ou desequilíbrio prolongado da energia do fígado.
Para concluir, o fígado comanda o funcionamento do sistema nervoso e é o responsável pelas alterações funcionais como as várias formas de epilepsia, as alterações no raciocínio, os desmaios e as perdas de consciência de modo geral, e as doenças degenerativas como o Parkinson.
Todo órgão está acoplado a uma víscera que, no caso do fígado, é a vesícula biliar, que em geral tem um papel secundário para o funcionamento do sistema. Resumidamente, a vesícula atua mantendo o nosso equilíbrio postural. Todos os quadros de tonturas, vertigens, labirintites estão ligados a ela. Rege a articulação têmporo-mandibular (ATM). Todas as tensões que ficaram retidas no fígado podem descarregar nesta região e produzir um quadro de ranger os dentes (bruxismo), que se manifesta mais frequentemente durante o sono. O nível emocional a vesícula biliar comanda o nosso processo de decisão, e seus desequilíbrios vão se apresentar na forma de indecisões ou mesmo desorientações, perda de rumo.
A lágrima é a secreção interna que ajuda a aliviar o fígado. Deste fato vem a importância de não se reprimir o choro, embora nem sempre seja conveniente socialmente. Mas, pode acreditar, conter o choro faz mal à saúde.
Agora que já temos uma ideia de como é estar com a energia do fígado desequilibrada, vamos fazer alguma coisa para ajudar. O mais importante é a harmonia das emoções, isto é, as emoções não devem ser reprimidas. Nós devemos senti-las e deixá-las fluir, evitando o apego emocional. Depois, evitar os medicamentos químicos, as bebidas alcoólicas, os temperos picantes, se não puder evitar, usá-los com moderação. Na alimentação, optar pelas coisas de cor verde, e usar de preferência verduras cruas. Dr. Fábio Pisani
Fígado e Emoções - 1
FÍGADO - Onde nasce o verdadeiro equilíbrio emocional
Na visão da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), o fígado, do ponto de vista energético, está estreitamente envolvido com a vesícula biliar (postura e decisões), mas também com os olhos (sentido da visão), ombros, joelhos e tendões (flexibilidade), unhas, seios e todo o aparelho reprodutor feminino.
Na MTC se diz que o fígado é o órgão mais importante para a mulher, assim como o rim o é para o homem. Praticamente, todo o sistema reprodutor feminino é regido pelo fígado, responsável por alterações no ciclo menstrual, presença de cistos de ovário, miomas uterinos, corrimentos ou pruridos vaginais, alterações da libido como frigidez e impotência. O fígado é responsável por manter o livre fluxo da energia total do corpo.
Como o movimento do sangue segue o movimento da energia, dizemos que o fígado direciona a circulação do sangue e regula também o ciclo menstrual.
Mas seu papel mais importante, é sem dúvida, sobre o equilíbrio emocional. É o livre fluir da energia do fígado que vai nos permitir responder vitoriosamente aos desafios da vida, aos estímulos emocionais e afetivos, 24 horas por dia, cada segundo de nossa vida, sem parar.
Daí começa a responsabilidade e respeito que devemos ter pelo nosso fígado e sistema hepático. E já podemos deduzir sobre o desgaste intenso ao qual este sistema é submetido no cotidiano da vida moderna.
Pouco se sabe sobre sua importância e como auxiliar, ser cúmplice, do fígado nesta missão existencial: equilíbrio emocional e afetivo. Visão, flexibilidade, postura e decisões.
Pelo contrário, só pela má alimentação e sedentarismo, a cultura ocidental faz de tudo para fragilizar o sistema hepático. Os maus hábitos alimentares e de vida levam ao seu desequilíbrio funcional, que leva ao desequilíbrio emocional, que desencadeia mais maus hábitos alimentares e
de vida. Este desequilíbrio energético pode se manifestar de várias formas. Dependendo da sua localização: insônia, enxaqueca, hipertensão, problemas digestivos, TPM, etc.
Os problemas ligados ao fígado podem ser por falta ou por excesso de energia circulante. Um bom exemplo de excesso é a raiva, mais exatamente a raiva reprimida e, num quadro de vazio energético, temos a procrastinação e o medo paralisante, ou síndrome de pânico.
A estagnação do fluxo de energia do fígado freqüentemente desequilibra o emocional, produzindo sentimentos de frustração e ira. Essas mesmas emoções podem levar a uma disfunção no fígado, resultando em um ciclo interminável de causa e efeito. Como todas as emoções, boas ou más, passam pelo fígado, não devemos reprimi-las infinitamente.
A repressão das emoções provoca um bloqueio da energia que leva ao excesso de calor no fígado. Cabe uma distinção entre sentimento e emoção. Os sentimentos, geralmente, fortalecem os órgãos e servem como mecanismos de defesa para o organismo. Uma certa irritação que nos leva a reagir diante de um ataque ou quando nos sentimos lesados, é diferente da raiva que é cega e destrutiva. Os olhos são a manifestação externa do fígado. Em outras palavras, o fígado rege o sentido da visão. Assim, patologias da visão irão sinalizar alguma alteração no fígado.
As mais comuns são: conjuntivites, olhos vermelhos sem processo inflamatório, coceiras, “vista” seca, visão fraca, embaçada ou borrada, terçol, pontos brilhantes que aparecem no campo visual, e outros.
A lágrima é a secreção interna que ajuda a aliviar o fígado.
Cuidado com olhos secos. Daí vem a importância do exercício de “piscar os olhos” (sempre – não esquecer) e de não reprimir o choro, embora nem sempre seja conveniente socialmente. Mas, acredite, conter o choro faz mal à saúde. Ah! Uma forma divertida de chorar / lacrimejar é deixando o riso fluir, acontecer no seu dia-a-dia, na sua vida.
As unhas são outra manifestação externa das condições do fígado, e as suas deformidades ou a presença de micose sugerem algum comprometimento do fígado, ou desequilíbrio prolongado da sua energia.
O fígado rege as articulações do ombro e joelhos, e também os tendões de modo geral. Assim sendo, as bursites e dores nos joelhos, sem causa aparente, são sinais de comprometimento da energia do fígado.
As tendinites e os estiramentos freqüentes também estão neste quadro.
Todo órgão está associado a uma víscera que, no caso do fígado, é a vesícula biliar. Resumidamente, a vesícula atua mantendo o equilíbrio postural. Todos os quadros de tonturas, vertigens, labirintites estão ligados a ela. Rege a articulação tempero mandibular (ATM). Todas as tensões que ficam retidas no fígado podem ser descarregadas nesta região e produzir o bruxismo, que é um quadro de ranger os dentes, que se manifesta mais freqüentemente durante o sono. Metafisicamente a vesícula biliar comanda a capacidade de tomarmos decisões assertivas. Uma vesícula desequilibrada se manifestará na forma de indecisões, ou mesmo desorientações, perda de rumo. E, para resumir e partir o mais rápido para a ação de cumplicidade “de bem com o fígado”, é recomendável :
- desintoxicar-se diariamente com o aumento do consumo dos alimentos de origem vegetal, maduros, crus, idealmente orgânicos e integrais;
- desintoxicar-se diariamente praticando a terapia do riso, as brincadeiras, as artes, o lazer;
- praticar atividade física moderada diariamente. (As pessoas não têm noção de como este hábito é vital para o livre fluxo de energia do fígado);
- os sabores ácido e amargo, assim como os alimentos de cor verde, são os maiores aliados do fígado. Entretanto, na primavera, evite exagerar nos sabores ácidos e picantes.
- evitar intoxicar-se com alimentos muito gordurosos (tanto pela qualidade, gordura animal e óleos refinados, como pela quantidade, frituras, açúcar, café , álcool, substâncias químicas diversas que afetam o humor; etc.)
- evitar vida sedentária e estressante, o mau humor, ilusões e grandes expectativas. Autoria: Ernani Franklin

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Vampiros de Energia




O vampiro pode estar ao seu lado: 10 formas para identificá-lo. Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, com quem convivemos diariamente. Estamos falando dos “Vampiros de Energia”. Os Vampiros de Energia são pessoas de nosso relacionamento diário.
Pode ser nosso irmão (a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho, vizinhos, gerente do banco, ou seja, qualquer pessoa de nosso convívio, que está roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam nossa energia vital. Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal? Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.
O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais. Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você.
Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando Vampiros de Energia alheia.
Mas, como identificar estas pessoas ou estes vampiros?
Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um).

1) Vampiro Cobrador:
Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você  estir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar por que ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

2) Vampiro Crítico: É aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga “não” às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.

3)É o famoso “puxa-saco”. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

4) Vampiro Reclamador: É aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos  válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

5) Vampiro Inquiridor: Sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.

6) Vampiro Lamentoso: São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. É sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não, elas não resolvem situação alguma.

7) Vampiro Pegajoso: Investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades: seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

8) Vampiro Grilo-Falante: A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

9) Vampiro Hipocondríaco: Cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

10) Vampiro Encrenqueiro: Para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.
Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.


Agora que você já conhece como agem os Vampiros de Energia, vá à caça deles, ou melhor, saia fora deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer, é obvio, não é um destes tipos de Vampiro. Se perceber-se agindo assim reverta sua atitude meditando sobre o que falou, pensou e agiu. Faça melhor da próxima vez. Por si mesmo e pelos seus próximos, e assim estará realmente cumprindo a sua missão de elevação.

Fonte:Vera Caballero (Orientadora Metafísica e Professora de Bioenergias e Proteção Psíquica)

domingo, 1 de abril de 2012

Dicas para incluir o chocolate no dia-a-dia



Quanto maior a quantidade de cacau, maior o benefício à saúde - Mauro Holanda/Divulgação
Mauro Holanda/Divulgação
Quanto maior a quantidade de cacau, maior o benefício à saúde
 Da prevenção de doenças do coração ao alívio do estresse, não faltam boas razões para incluir porções de chocolate no seu cardápio - todas atestadas pela Ciência.

Quem responde pelos benefícios da guloseima são os flavonoides, poderosos antioxidantes presentes no cacau que têm uma porção de efeitos positivos sobre o organismo. Com propriedades anti-inflamatórias, eles são capazes, entre outras coisas, de reduzir a pressão sanguínea e de melhorar a resistência à insulina, hormônio que carrega a glicose para dentro das células, o que pode ajudar a prevenir o diabetes tipo 2.

Por isso, quanto maior a quantidade de cacau melhor. Não à toa a grande vedete é o chocolate amargo, lotado do ingrediente. O ideal é consumir as versões com, no mínimo, 70% dele.

Mas atenção: aqui não vale a máxima quanto mais, melhor - 30 gramas por dia bastam para manter a saúde sem pesar na balança. O chocolate é muito calórico - chega a ter 530 calorias em cada 100 gramas. Daí que exagerar na dose leva ao ganho de peso. E, como os quilos extra são a origem de vários males, o tiro sairá pela culatra.


Para manter o coração saudável

O risco de doenças cardiovasculares é menor em quem come chocolate regularmente. O dado é de um estudo publicado pela Universidade de Cambridge, que avaliou mais de cem mil pessoas. O consumo regular foi associado a uma queda de 37% nas doenças cardiovasculares e de 29% nos derrames.

Para controlar a pressão

Basta um pequeno quadradinho por dia para baixar a pressão sanguínea. Um estudo alemão, que monitorou quase 20 mil pessoas ao longo de dez anos, constatou que aqueles que consumiam em média 7,5 gramas do doce por dia tinham pressão mais baixa do que os que comiam menos do que isso. Sabe-se que o chocolate possui uma ação vasodilatadora, que pode explicar esse efeito.

Aparentemente, seus componentes aumentam a disponibilidade de óxido nítrico das células da parede dos vasos - gás que, quando liberado, ajuda na contração muscular deles.


Para equilibrar os níveis de colesterol

Estudos em laboratório sugerem que o chocolate estimula a produção do HDL, o famoso bom colesterol, e reduz a do LDL, mais conhecido como colesterol ruim. O mecanismo ainda é desconhecido, mas suspeita-se de uma ação sobre as proteínas envolvidas na fabricação dessas moléculas. O cacau também impede a oxidação da gordura ruim (LDL), evitando que placas se acumulem nos vasos. O resultado? Menos chance das perigosas obstruções que levam a enfartes e derrames.


Para ficar de bem com a balança


É difícil acreditar, mas esse alimento altamente calórico pode ajudar a emagrecer. O segredo estaria na capacidade de promover saciedade, sugere um estudo da Universidade Real de Copenhagen, na Dinamarca. Novamente, o benefício está associado ao consumo do tipo amargo. Os voluntários que consumiam um pedacinho dessa versão pela manhã ingeriram 15% menos calorias ao longo do dia do que aqueles que preferiam o tipo ao leite.

Especialistas também suspeitam que as substâncias 2-feniletilamina (PEA) e N-aciletanolaminas, presentes no chocolate, reduzem a fome. Elas teriam ação similar à das anfetaminas.

Para domar o estresse

O cacau possui um coquetel de substâncias relacionadas ao bem-estar - além dos carboidratos, substâncias como triptofano, teobromina, feniletilamina,  fenilalanina e tirosina melhoram o humor.

Uma pesquisa constatou que indivíduos altamente estressados conseguiram controlar a tensão comendo apenas 40 gramas de chocolate amargo por dia ao longo de duas semanas. Os cientistas observaram que essa quantidade reduz o níveis dos hormônios do estresse e outros marcadores bioquímicos da ansiedade. Novamente, os mecanismos ainda não foram totalmente elucidados.


Para fortalecer as defesas do corpo

Pesquisas sugerem que o cacau aumenta a imunidade, estimulando a produção de linfócitos, um tipo de glóbulo branco que defende o organismo contra vírus e bactérias.

Para se recuperar após o treino

Beber chocolate após uma sessão de atividade física ajuda na recuperação muscular e ajudar a se preparar para o próximo treino. O dado é de uma pesquisa que acompanhou corredores e avaliou proteínas musculares envolvidas na síntese do tecido. Aqueles que ingeriram a bebida tiveram um aumento nos marcadores que sinalizam a presença dessas substâncias, sugerindo que neles a atividade de reconstrução muscular era maior.



terça-feira, 20 de março de 2012

O BUDA DE NARIZ PRETO




Uma monja que buscava a iluminação fez uma estátua de Buda em madeira e cobriu-a com folha de ouro. A estátua era muito bonita. Para onde quer que fosse, levava consigo o Buda dourado.
Passaram anos e, ainda carregando o seu Buda, a monja foi viver num pequeno templo no campo, onde havia muitas estátuas de Budas, cada um com o seu próprio santuário.
A monja queimava incenso para o seu Buda dourado todos os dias.
Mas, não lhe agradando a ideia de o seu perfume ser levado para as outras estátuas, inventou um funil através do qual a fumaça ascendia apenas até à sua estátua. Então o que aconteceu? Tinha que acontecer.
Isso escureceu o nariz do Buda dourado, que se tornou excepcionalmente feia.


 
Um dos maiores obstáculos que todos aqueles que estão trilhando o caminho são obrigados a encarar é fazer uma clara distinção entre o amor e o apego.
Eles parecem semelhantes, mas não são.
O apego esconde a realidade que é o ódio com uma aparência de amor. Ele mata o amor. Nada pode ser mais venenoso do que o apego, do que a possessividade.
Isso tem acontecido a muitos e provavelmente está acontecendo a você – porque a mente confunde amor com apego.
E aqueles que olham tudo pela aparência sempre são as vítimas.
Procure entender: possessividade, apego, é falso amor. O ódio é melhor porque, pelo menos, é verdadeiro, é um fato. O ódio pode tornar-se amor um dia, mas a possessividade nunca se torna amor. Você precisa simplesmente abandoná-los para crescer no amor.
Amar significa estar pronto para mergulhar no outro. Não tem nenhum fim, é uma queda eterna dentro do outro.
Amar significa tornar o outro tão importante que você deixa de existir - é render-se incondicionalmente.
Se houver qualquer condição, então você é o importante na relação, não o outro; você é o centro, não o outro.
E, se você é o centro, então o outro é apenas um meio.
Você utiliza o outro, explora, gratifica-se por meio do outro – mas você é a meta.
E o amor diz: faça do outro o fim, dissolva-se, mergulhe.
Todos os seus poemas, todas as suas canções sobre o amor são apenas substitutos para que você possa cantar sem penetrá-lo, para que você possa sentir que está amando sem amar. O amor é uma necessidade tão profunda que nós não podemos viver sem ele: seja real ou falso. O substituto pode ser falso, mas, pelo menos, por algum tempo dá a sensação de que se está amando. Até o falso é celebrado! Mas, cedo ou tarde, como você compreende que ele é falso; então não troca o falso amor pelo verdadeiro, troca de amante.
Quando você descobre que o amor é falso, estas são as duas possibilidades: mudar, abandonar o falso amor e torná-lo real; ou mudar de parceiro.
E você sempre sente que o outro o está decepcionando, não que você está se decepcionando.
Ninguém pode decepcioná-lo, exceto você mesmo... Mas você sente que o outro é o responsável: então muda de mulher, muda de marido, muda de Mestre, muda de Deus, muda de religião, muda de prece, vai à igreja em vez de ir à mesquita – perceba... Você muda o outro.
Então, por algum tempo, você sente que está amando de novo, que está em prece.
Mas, cedo ou tarde, o falso é novamente reconhecido – porque ele não pode satisfazer.
Você pode enganar a si mesmo, mas por quanto tempo?
Então, novamente você tem de mudar – o outro.
Quando você chega a compreender que o outro não é o problema, que o seu amor é falso – você fala muito nele, mas não faz nada para penetrá-lo – você fica assustado, com medo...
Quando a confiança existe, o ego não aparece.
A confiança é tanta que já não há necessidade de pensar. O pensamento só é necessário quando existe duvida. A dúvida cria o pensamento. Ela é a base do pensamento. Quando você não duvida, o pensamento some. E se isso ocorre, onde fica o ego, como ele pode permanecer? Eis por que o ego sempre duvida, nunca confia.
Perceba... Em vez de amor, o ego lhe dá o apego, a possessividade.
Quando a confiança existe, o ego não aparece, vai se embora. Eis por que todas as religiões insistem em que somente pela fé, pela confiança e pelo amor você pode penetrar no templo do Divino – não há outra porta. Por meio da duvida, não se pode entrar. Por meio da duvida, nós permanecemos. Na confiança, nós nos perdemos.
O amor é uma confiança, um dissolvimento do ego.
O centro move- se para o outro. O outro se torna mais importante – sua própria vida, seu próprio ser. Nem um lampejo de duvida surge. É tão pacifico, tão maravilhoso quando não há nem um lampejo de duvida, nem uma ondulação na mente. A confiança é completa, perfeita.
O ego, no entanto, cria um truque.
Em vez de amor, o ego dá o apego, a possessividade.
O amor diz: seja possuído; o ego diz: possua.
O amor diz: dissolva-se no outro; e o ego diz: faça o outro render-se a você, force o outro a ser seu, não permita que o outro se mova em liberdade, transforme-o na sua sombra. O amor dá vida ao outro; o apego, a possessão, o mata, tira-lhe a vida.
Perceba a qualidade desse amor.
Mediante o que chamam de amor, as pessoas se matam. Senão, por que este mundo tão feio? Há tantos amantes, todos o são: o marido diz que ama a esposa, a esposa diz que ama o marido; os pais amam os filhos, os filhos amam os pais, há amigos, há parentes – todos amam.
Olhe para um marido e uma esposa: uma vez foram amantes – pensaram que eram amantes e então começaram a matar-se. Agora são duas pessoas mortas; aprisionaram-se. Estão simplesmente com medo, enjoados, assustados um com o outro.
Mediante o que chamamos amor, nós nos matamos.
Senão, por que este mundo tão feio? Há tantos amantes, todos os são: o marido ama a esposa, a esposa ama o marido; os pais amam os filhos, os filhos amam os pais; há amigos, parentes – todos amam.
Todo mundo está amando... – tanto amor – e tanta feiura, tanta miséria, como pode?
Em algum lugar, algo parece estar profundamente errado – e é na própria raiz. Isso não é amor!!!
Se fosse amor, o medo desapareceria – quanto mais se ama menos se teme. Quando o amor é total, não há medo.
Mas na possessão o medo cresce cada vez mais porque quando você possui uma pessoa, sempre teme que ela o deixe – sempre há a dúvida.
O marido sempre suspeita que a mulher ame outro. Eles se espionam e cortam a liberdade um do outro para que não haja possibilidades.
Porém, quando se corta a liberdade, a vida torna-se velha, morta. Tudo se torna chato, sem significado, entediante, monótono.
E quanto mais isso ocorre, mais possessivo a pessoa fica, quando algo está escapando de suas mãos, você fica mais apegado, torna-se mais protecionista, cria mais paredes, mais prisões... É um circulo vicioso.
E quanto mais prisões, menos vida existe. Há mais medo de que algo aconteça e o amor desapareça.  Então o amor diminui mais ainda e uma prisão maior é necessária.
E há meios muito mais sutis de fazê-la: ciúmes contínuos e possessividade numa tal extensão que o outro não seja mais uma pessoa. Transforma-se numa coisa, numa comodidade. Uma coisa pode ser possuída mais facilmente que uma pessoa. Uma coisa não pode rebelar-se, desobedecer; não pode ir embora sem sua permissão, não pode apaixonar-se por outro.
Quando o amor se transforma em frustração – e se transforma porque não é amor – então, pouco a pouco você começa a gostar de coisas. Olhe para as pessoas quando lustram seus carros, o modo como olham pra eles – encantadas! Estão apaixonadas pelo carro.
Principalmente no Ocidente, onde o amor tem sido assassinado por completo, as pessoas amam coisas e animais: cães, gatos, casas, carros.
É mais fácil amar um animal – ele permanece fiel, não há perigo.
Um marido é perigoso! Uma esposa é perigosa!
A qualquer momento eles podem ir embora e nada pode ser feito.
E quando isso ocorre todo seu ego fica despedaçado, você se sente ferido.
Para prevenir-se contra isso, você começa a matar seu marido ou a sua esposa e eles passam a ser exatamente como um carro, uma casa – uma coisa morta.
Essa é a miséria: quando se possui uma pessoa ela se torna uma coisa, mas você quer uma pessoa e não uma coisa. Uma coisa pode ser possuída, mas não pode reagir. Pode-se amar uma coisa, mas ela nunca corresponde ao nosso amor. Nós podemos abraçar o nosso carro, mas ele não pode nos abraçar. Pode até beijá-lo, mas ele não retribui o beijo.
O outro só pode reagir quando em liberdade, mas isso você não pode permitir porque não ama.
O amor nunca é possessivo. Ele não pode ser por sua própria natureza.
Isso não acontece apenas entre homem e mulher. Se começa a amar um Buda, a coisa toda se repetirá. Fará o mesmo, será possessivo com ele também.
Nós cristãos pensamos que Cristo nos pertence. Cristo não pode pertencer a ninguém, mas nós pensamos que somos proprietários.
Ninguém pode possuir Buda, Cristo, Maomé – eles são muito grandes e suas mãos muito pequenas. Eles não podem ser possuídos.
O amor não pode ser possuído: é uma força vital, uma força infinita, e nós somos tão insignificantes, tão pequenos que não podemos possui-la.
Certamente Cristo poderia ter sido a nossa salvação, mas nós não deixamos. Os judeus o crucificaram e nós o mumificamos nas igrejas. Agora ele é coisa morta – boa para se venerar, para se possuída. Mas como pode um Cristo morto transforma-lo?
Mas nós devemos lembrar de que nosso amor, a nossa prece, o nosso culto tornaram-se possessivos, nós estaremos matando. E se matarmos Cristo, como ele poderá nos transformar? Como poderá trazer-nos à Nossa Consciência?
Somente em liberdade a vida e o amor existem.

Uma monja: assim um coração de uma mulher. Não pensem que apenas as mulheres são possessivas. O homem tem menos medo que a mulher, por isso é menos possessivo.
A mente feminina é mais medrosa – o medo lhe é natural, o temor sempre existe, por isso é mais possessiva.
Não faz diferença se nos somos homens ou mulheres – a mente é feminina. A distinção não é de gênero, é de atitude.

Uma monja que buscava a iluminação fez uma estátua de Buda em madeira
É muito difícil para uma mente feminina – de homem ou de mulher – estar só. A mente se for feminina, criará uma estatua, criará outro. Não pode ficar só.
Uma estatua significa que outro foi criado.
Eis por que há tantos templos e estatuas – são criados por mentes femininas. Por isso é que não se encontram muitos homens nos templos, mas muitas mulheres. Se houver alguns homens é por que são maridos arrastados pelas esposas até lá; foram apenas por causa das suas esposas.
A mente feminina pode criar dificuldades, barreiras. Se começarmos a nos tornarmos possessivos, perderemos.
Lembremos sempre que o medo tem que ser deixado – só então o amor pode crescer. O medo tem que ser derrubado, pois ele é do ego. Se o medo existir, o ego persistirá; nós poderemos criar uma estatua e nos agarrarmos a ela. Podemos folheá-la de ouro; ficara bonita, mas será uma coisa morta.

A estatua era muito bonita. Para onde quer que fosse, levava consigo o Buda dourado.
Tornou-se um fardo, tinha que ser carregada, protegida. A monja nem podia dormir bem, porque alguém poderia rouba-la. Toda sua mente tornou-se possessiva em relação à estatua que passou a ser o centro da sua possessividade, medo e culto. Mas isso não é amor.


Passaram anos e, ainda carregando o seu Buda, a monja foi viver num pequeno templo no campo, onde havia muitas estatuas de Budas, cada um com o seu próprio santuário.
Anos se passaram e nada aconteceu, pois carregando um Buda, nada pode acontecer. O Buda tem que estar vivo e não carregado. Tem de ser amado e não possuído.
Buda está vivo quando nós nos dissolvemos nele. Há medo, temor. Nós ficamos com medo de estar perdido. E o nosso medo é verdadeiro porque nós iremos mesmo nos perder.
Com uma estatua não há medo. Pode-se carrega-la. A estátua poderá se perder algum dia, mas você não. Poderá criar outra até mais bonita.
Carregando sua estatua – muitos anos se passaram, muitas vidas podem ter passado – carregando o seu Buda ela não chegou a lugar algum. Esteve apenas peregrinando de um lugar a outro, de uma vida a outra, de um capricho a outro, de uma mente a outra – apenas perambulando, sema tingir lugar algum.
Havia muitas estatuas de Buda. Muitas estátuas (dez mil estatuas)! Mas nem tantas estátuas podem ajudar. Um Buda é suficiente, mas dez mil estatuas não.
Nada acontece porque a vida não surge de coisas mortas. Um homem nunca é transformado a partir de uma estátua morta.
Muitas pessoas instalam-se em templos. Elas perambulam, procuram e descobrem que nada pode ser encontrado; é impossível. Não que o objetivo esteja muito distante – está mais perto do que podemos imaginar, mas, por estarem carregando estátuas, tornaram-se cegas. Seus olhos estão fechados por suas estátuas. O coração delas está carregado de estátuas, palavras e escrituras – coisas mortas.
A monja se instalou – tinha de fazê-lo. Quando alguém carrega um Buda de madeira, como pode se iluminar? Se um Buda de madeira pudesse lhe dar iluminação, não haveria problema.
Mas um Buda de madeira é um Buda de madeira. Nós só podemos carrega-lo e brincar com ele.

A monja queimava incenso para o seu Buda dourado todos os dias.
Quando há amor, os ornamentos não são necessários.

A monja queimava incenso para o seu Buda dourado todos os dias.
Mas, não lhe agradando a ideia de o seu perfume ser levado para as outras estatuas, inventou um funil através do qual a fumaça ascendia apenas até à sua estátua.
Assim é a mente de uma pessoa possessiva: nem o perfume, o incenso, a fumaça, ela permite que alcance outros Budas – e os outros também. “Mas o meu Buda é melhor. O seu Buda não é nada”. No templo, todos os outros eram Budas.
Quando há amor realmente, você não se importa a quem ele alcance. Quando há amor, ama-se uma pessoa, mas não se pode inventar um funil para que o amor atinja apenas essa pessoa. O amor quando acontece é um fenômeno que vai além da pessoa amada; ela sempre espalha para todos. É exatamente como uma ondulação num lago.
Quando nos amamos alguém, estamos atirando uma pedra no lago. Agora, todos serão beneficiados, não apenas o ser amado. Se tentar beneficiar só o amado, estará simplesmente fazendo o mesmo que a monja fez. Quando alguém ama, esse amor escorre por todos os lados. Você não pode canalizá-lo, não é possível. O apego pode ser canalizado, mas o amor não.
Sempre que há uma pessoa amando, o mundo todo é beneficiado.
Nós não nos preocupamos se o nosso perfume está atingindo alguém mais. Está feliz porque por seu intermédio todo mundo está sendo beneficiado, todo mundo está recebendo a benção. Se você ficar com medo e tentar contê-lo, será possessivo e o matará.
Não tente contê-lo, nem possuí-lo. Permita que cresça, auxilie-o a crescer, a atingir a todos! Somente então receberá, porque você só pode recebê-lo quando todo mundo o receber.
Este é problema – quando você ama alguém, o quer refreado, confinado. É como se estivesse confinando uma arvore num pote; não apenas a raiz, mas a arvore toda. Então você a mata.
Você não pode torna-lo finito – sua natureza é infinita.

Então o que aconteceu? Tinha que acontecer.
Isso escureceu o nariz do Buda dourado, que se tornou excepcionalmente feia.
Isso está acontecendo com todos os amantes e amados, porque assim o perfume deixa de se perfume – vira uma fumaça – o perfume precisa expandir-se. Assim, o nariz escureceu, e todos os Budas agora tem nariz preto.

Osho - Livro: Nem água, nem lua